Vamos falar sobre mulheres fortes no mundo dos negócios da música. Quando Mariah Carey entrou na estratosfera do pop há oito anos atrás, ela era precisamente um exemplo de jovem estrela que a mídia usou como tiro ao alvo: uma beleza de boneca com um Svengali - como um galã com uma queda para críticas contra baladas românticas. Mas Carey não apenas sobreviveu graciosamente aos ataques que ela recebeu como uma ingênua industrial - para não dizer nada sobre as histórias maliciosas dos tablóides que apareceram antes do seu divórcio neste março passado - ela evoluiu dentro de um modelo de autonomia profissional e criativa. Seu último álbum, Butterfly (Columbia), traz a princesa do pop em parceria com ícones do hip-hop e compondo ou co-escrevendo todo seu material; foi um sucesso no mundo inteiro (vendendo mais de três milhões de cópias somente nos EUA), solidificando o título de Carey de artista feminina de maior vendagem dos anos 90.
Nunca satisfeita para descansar suas glóriasm a cantora de 28 anos agora surpevisiona a sua própria gravadora, Crave Records, e está ampliando-se para o cinema, com uma comédia-ação, 00-Soul (co-estrelando Chris Tucker), atualmente em produção e um filme mais dramático em desenvolvimento. Vendo por suas músicas, é seguro dizer que Carey irá promover e essas novas aventuras com ambas disciplina e dignidade. Isso é mais do que nós necessariamente experaríamos de, dizem, Courtney Love - ou mais populares, quanto a isso.