Mariah Brasil

Entertainment Weekly



Quando o chefe da Island Def Jam, L.A. Reid, convidou a Enternainment Weekly para ouvir faixas do novo álbum de Mariah Carey, The Emancipation of Mimi, ele começou a dançar pelo seu escritório em uma esquina de Manhattan, com os braços levantos para o alto celebrando. "Eu não sei se perceberam", ele falou com um amplo sorriso e dando meia volta, "mas estou muito feliz com isso". Assim como Carey, cujos dois discos anteriores sofreram no número de vendas (sua mal-sucedida trilha sonora de Glitter levou a EMI a rescindir seu contrato por 28 milhões de dólares). Em seu 10o CD de estúdio, a cantora com voz de cinco-oitavas está tentando reencontrar sua "visão do amor" com a ajuda de produtores superestrelas como os Neptunes, Jermaine Dupri e o homem do momento, Kanye West. Carey espera que o disco dançante, que inclui aparições de Snoop e Twista, entre outros, tenha um apelo maior. "Eu sei que meus fãs terão as baladas que eles gostam", ela diz, "mas as pessoas que não eram fãs no passado terão músicas que eles gostam também. Não sigo uma fórmula. Sou uma daquelas pessoas que gosta de ficar com o que é familiar, mas o que foi legal neste projeto foi ir mais além". Esse senso de libertação recém- encontrado é refletido no título Emancipação (Mimi é um apelido usado há muito tempo pelos amigos mais próximos e familiares de Carey). Quando o nome do álbum vazou para a imprensa no final do ano passado, as más-línguas disseram que Carey estava imitando P. Diddy. "Muitas pessoas pensaram, 'Uh-oh, ela está mudando seu nome?!'", ela ri. "Houve todo esse grande drama. Para mim não é algo tão profundo. É o que eu senti que tinha que expressar nesse momento".


Entertainment Weekly - jan 05
traduzido por Vany


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